"E eu não perco mais nenhum minuto com essa história."
Essa história deliciosa, essa coisa que me tira o ar, que me enlouquece, que me... ai! Pela primeira vez a história flui de forma serena e racional.
Cada um para o seu lado, como se nossas vidas fossem duas retas paralelas que só se encontram em nossas imaginações férteis.
Talvez pela primeira vez a história esteja sendo coerente e indo pelo caminho certo. As atitudes do outro lado da história me fizeram entender alguns pontos e depois de quinze meses acho que consigo entender que nós não fomos feitos um para o outro e muito menos um pelo outro.
A vida é assim mesmo, é clichê, mas é imensamente real. As paixões que nos fazem perdem os sentidos, arrepiar a pele, sentir o sangue quente nas veias são incrivelmente deliciosas, nos fazem viver sorrindo e quando choramos é intenso, é coisa de cinema. No entanto não são essas paixões de tirar o fôlego que acabam ao nosso lado. Acho que o ser humano adora sentir isso, mas o que tem mais chances de dar certo é o que chega mais próximo ao equilíbrio, ao natural, ao que é pra ser e ponto final. Sabe?
Eu não me vejo casada com alguém que me faça flutuar todos os dias e nem me faça morrer de amor, me vejo casada (?) com alguém normal e que faça com que a relação seja amigável, natural e leve.
Eu não sei como posso pensar isso se na verdade eu adoro pensar que vou morrer de amor, morrer de ciúme, não sei como posso admitir isso como verdade e futuro sendo que é tão bom exagerar, transbordar de sentimento.
Tem horas que eu sinto falta de um meio termo em minha vida.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
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2 comentários:
Tem horas que eu desacredito o quanto somos indenticas. O post parece escrito por mim.
Amo.
DRE....preciso muito do seu telefone...tem um recado do martim para vocÊ...vocÊ cheogu em casa bem? manda uma msg pro celular com o numero do seu cel....ok...bj léo:)
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