...Exausta de tudo que é relativo a você.
Offline, sem UM oizinho, sem UM boa noite, sem UM papo sobre a madrugada, a manhã, a festa, o fim de semana. SEM NADA... vou dormir vazia.
Mas cheia de sentimento, não sei para que eles servem, mas eu juro que uma hora eu vou descobrir.
Talvez essa hora seja quando encontrar seus olhos e ver neles a profundidade de tudo aquilo que guardo aqui.
Foda ver minha vida em suas mãos e ver o que você faz com tudo aquilo ''de mim'' que existe em você.
Mais foda ainda ver que aos poucos a farsa que eu inventei pra minha vida desaparece e da mais sentido ao seu nome, tatuado, concretizado.
De lembrar que é a mesma dor latente, sentir que ainda assim o amor é soberano.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Carnaval.
Carnaval chegando, e eu remoendo fatos.
Tenho a mesma sensação de angústia, no entanto um pouco menos intensa nessa semana 'de outras preocupações'.
Mesma sensação de que o 'quase deu certo' acabou, sensação de que Carnaval serve para as pessoas serem o que elas não são, serve para se fingir algo que na realidade não é.
Ou é, e durante todo o ano não demonstram ser.
Ou sei lá, não importa. Importa que para mim o Carnaval foi e continuará sendo uma data extremamente triste e vazia.
O Carnaval marca pra mim o final de um sonho, um sopro para apagar a chama da esperança, uma droga.
A data serve também pra me lembrar que a qualquer momento você pode ser trocada, substituída como um produto de R$1,99 adquirido em qualquer lojinha.
Deixa pra lá, só espero que o vento sopre para o lugar certo em todos os sentidos da minha vida.
Não aguento mais me sentir insatisfeita com as pessoas, trabalhos, lugares e situações.
Já que eu não posso pular o Carnaval, nos próximos dias estarei no Guarujá.
Perto de quem está sempre perto e perto de quem está sempre longe.
Tenho a mesma sensação de angústia, no entanto um pouco menos intensa nessa semana 'de outras preocupações'.
Mesma sensação de que o 'quase deu certo' acabou, sensação de que Carnaval serve para as pessoas serem o que elas não são, serve para se fingir algo que na realidade não é.
Ou é, e durante todo o ano não demonstram ser.
Ou sei lá, não importa. Importa que para mim o Carnaval foi e continuará sendo uma data extremamente triste e vazia.
O Carnaval marca pra mim o final de um sonho, um sopro para apagar a chama da esperança, uma droga.
A data serve também pra me lembrar que a qualquer momento você pode ser trocada, substituída como um produto de R$1,99 adquirido em qualquer lojinha.
Deixa pra lá, só espero que o vento sopre para o lugar certo em todos os sentidos da minha vida.
Não aguento mais me sentir insatisfeita com as pessoas, trabalhos, lugares e situações.
Já que eu não posso pular o Carnaval, nos próximos dias estarei no Guarujá.
Perto de quem está sempre perto e perto de quem está sempre longe.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Quase...
Não, não é a qualquer distância que o 'outro' te alcança.
Nada deu certo pra nós de novo e de novo e de novo e nunca vai dar.
Não quero mais que dê também, estou incrivelmente admirada com a sua falta de tudo.
Eu sabia que iria ser assim, quando não desse mais eu iria chorar baixinho, sentir sua falta e agora chega, volto à realidade pela milésima vez nesse tempo todo.
Fervemos a graus diferentes...
O mais difícil é aceitar o quase de novo.
"É o quase que me incomoda, que me entristece, que
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi."
Nada deu certo pra nós de novo e de novo e de novo e nunca vai dar.
Não quero mais que dê também, estou incrivelmente admirada com a sua falta de tudo.
Eu sabia que iria ser assim, quando não desse mais eu iria chorar baixinho, sentir sua falta e agora chega, volto à realidade pela milésima vez nesse tempo todo.
Fervemos a graus diferentes...
O mais difícil é aceitar o quase de novo.
"É o quase que me incomoda, que me entristece, que
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi."
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Tirar você daqui.
Saturada de você.
De suas crises, sua mudança súbita de humor, suas brincadeiras, sua ausência, sua cor, seu sabor, sua cara, sua graça.
Saturada de mim.
Das lágrimas, dos surtos, da tristeza, da confusão.
Eu não te dou sossego, você não me deixa em paz.
Estou começando a pensar que vale muito mais a pena ter carinho, atenção e amor do que passar a vida tentando empurrar a sua vida pra dentro da minha e tentando fazer você me amar como eu acho que mereço.
Superação não é aceitação.
Eu preciso aceitar a realidade, aceitar o abismo que há entre nossas vidas e nossos sentimentos.
Fevereiro.
Fevereiro começa hoje, preciso de novas aspirações para este mês que se inicia, antes que eu perca a linha lembrando, remoendo tudo o que passei o ano passado neste mesmo mês. (Por que só de pensar em tudo meus olhos ficam cheios de lágrimas e meu coração aperta, me dá um nó na garganta?)
Eu não vou pedir de volta aquele que nunca foi perfeito, inteiro e completo pra mim.
Chega de você, por favor.
De suas crises, sua mudança súbita de humor, suas brincadeiras, sua ausência, sua cor, seu sabor, sua cara, sua graça.
Saturada de mim.
Das lágrimas, dos surtos, da tristeza, da confusão.
Eu não te dou sossego, você não me deixa em paz.
Estou começando a pensar que vale muito mais a pena ter carinho, atenção e amor do que passar a vida tentando empurrar a sua vida pra dentro da minha e tentando fazer você me amar como eu acho que mereço.
Superação não é aceitação.
Eu preciso aceitar a realidade, aceitar o abismo que há entre nossas vidas e nossos sentimentos.
Fevereiro.
Fevereiro começa hoje, preciso de novas aspirações para este mês que se inicia, antes que eu perca a linha lembrando, remoendo tudo o que passei o ano passado neste mesmo mês. (Por que só de pensar em tudo meus olhos ficam cheios de lágrimas e meu coração aperta, me dá um nó na garganta?)
Eu não vou pedir de volta aquele que nunca foi perfeito, inteiro e completo pra mim.
Chega de você, por favor.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Tudo o que ela quer.
Ela quer viver de amor, morrer de cíume.
Mil viagens, dormir juntinho, sentir a respiração, dar presentes, cinema agarradinho, olhar nos olhos e ver o infinito, ela quer mostrar que tem espaço de sobra no coração.
Ela quer sexo intenso com amor, com paixão, com tudo que tem direito.
Ela quer mensagem de madrugada, msn por horas, medo de dar errado, rir sem motivo, rir das piadas inteligentes, comer qualquer coisa, estar em qualquer lugar, pernas que tremem sem cessar, vontades que vem do nada, primeira vez todas as noites.
Ela precisa de desejo, tesão, tensão, ansiedade, estrelas. Ela quer e sente falta dos beijos nas estações de trem e do martini com cereja, ela quer frio na barriga, ela quer encontros adolescentes, sentar na escada da igreja e beijar até o sol ir embora.
E depois que venha outros sóis, e luas, a vida toda é pouco pra ela. Ela quer muito, quer logo.
E se pensar a gente já queria tudo isso desde o início.
Mil viagens, dormir juntinho, sentir a respiração, dar presentes, cinema agarradinho, olhar nos olhos e ver o infinito, ela quer mostrar que tem espaço de sobra no coração.
Ela quer sexo intenso com amor, com paixão, com tudo que tem direito.
Ela quer mensagem de madrugada, msn por horas, medo de dar errado, rir sem motivo, rir das piadas inteligentes, comer qualquer coisa, estar em qualquer lugar, pernas que tremem sem cessar, vontades que vem do nada, primeira vez todas as noites.
Ela precisa de desejo, tesão, tensão, ansiedade, estrelas. Ela quer e sente falta dos beijos nas estações de trem e do martini com cereja, ela quer frio na barriga, ela quer encontros adolescentes, sentar na escada da igreja e beijar até o sol ir embora.
E depois que venha outros sóis, e luas, a vida toda é pouco pra ela. Ela quer muito, quer logo.
E se pensar a gente já queria tudo isso desde o início.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Do passado que não passa...
Eu trago suas lembranças nítidas, os filmes, músicas, cheiros trazem você pra perto de mim. O vento me leva até você e perto de você eu pareço que não preciso nem respirar, eu viveria só pra sentir a sua respiração.
Eu fico aqui perdendo tempo, contando as horas, planejando e imaginando um mundo com você. E eu tenho certeza que eu não poderia viver em nenhum lugar que não tivesse a sua presença em algum ponto terrestre.
Não sei quanto tempo leva até a gente se esquecer, se deixar e nem quanto tempo leva pra tudo se acertar.
Será que um dia tudo irá se acertar?
Eu sei que na sua cabeça, hoje, existem as mesmas probabilidades, pensamentos e possibilidades. Se não existisse você dava um tempo e ia embora, simples assim.
É só com o pensamento em você que o corpo consegue estremecer.
O tempo passa, mas com ele só vão os dias... o sentimento fica, a vontade fica.
"A vida não é novela, vamos somar o que é bom e dividir o que é ruim. Eu me proponho. Eu me disponho. Eu me altero, me multiplico, me divido só pra te ver sorrir.
Se eu der uma distância é pra sua saudade nos aproximar e se eu não aguentar é porque além de medo eu sou insegura. Mesmo com tanto sentimento eu sou insegura, eu sou a sombra de uma fina agulha, eu sou seu início, seu final." (Texto - 04/12/2008)
E até onde tiver de ir, eu irei.
"Como dois estranhos,
cada um na sua estrada,
nos deparamos, numa esquina,
num lugar comum.
E aí? Quais são seus planos?
Eu até que tenho vários.
Se me acompanhar,
no caminho eu posso te contar.
E mesmo assim, eu queria te perguntar,
se você tem ai contigo alguma coisa pra me dar,
se tem espaço de sobra no seu coração.
Quer levar minha bagagem ou não?
E pelo visto, vou te inserir na minha paisagem
e você vai me ensinar as suas verdades
e se pensar, a gente já queria tudo isso desde o
inicio.
De dia, vou me mostrar de longe.
De noite, você verá de perto.
O certo e o incerto, a gente vai saber.
E mesmo assim, queria te contar,
que eu talvez tenho aqui comigo, eu tenho alguma coisa pra te dar.
Tem espaço de sobra no meu coração.
Eu vou levar sua bagagem e o que mais estiver à mão.
E mesmo assim, queria te contar,
que eu tenho aqui comigo alguma coisa pra te dar.
Tem espaço de sobra no meu coração.
Eu vou levar sua bagagem e o que mais estiver à mão.''
Eu fico aqui perdendo tempo, contando as horas, planejando e imaginando um mundo com você. E eu tenho certeza que eu não poderia viver em nenhum lugar que não tivesse a sua presença em algum ponto terrestre.
Não sei quanto tempo leva até a gente se esquecer, se deixar e nem quanto tempo leva pra tudo se acertar.
Será que um dia tudo irá se acertar?
Eu sei que na sua cabeça, hoje, existem as mesmas probabilidades, pensamentos e possibilidades. Se não existisse você dava um tempo e ia embora, simples assim.
É só com o pensamento em você que o corpo consegue estremecer.
O tempo passa, mas com ele só vão os dias... o sentimento fica, a vontade fica.
"A vida não é novela, vamos somar o que é bom e dividir o que é ruim. Eu me proponho. Eu me disponho. Eu me altero, me multiplico, me divido só pra te ver sorrir.
Se eu der uma distância é pra sua saudade nos aproximar e se eu não aguentar é porque além de medo eu sou insegura. Mesmo com tanto sentimento eu sou insegura, eu sou a sombra de uma fina agulha, eu sou seu início, seu final." (Texto - 04/12/2008)
E até onde tiver de ir, eu irei.
"Como dois estranhos,
cada um na sua estrada,
nos deparamos, numa esquina,
num lugar comum.
E aí? Quais são seus planos?
Eu até que tenho vários.
Se me acompanhar,
no caminho eu posso te contar.
E mesmo assim, eu queria te perguntar,
se você tem ai contigo alguma coisa pra me dar,
se tem espaço de sobra no seu coração.
Quer levar minha bagagem ou não?
E pelo visto, vou te inserir na minha paisagem
e você vai me ensinar as suas verdades
e se pensar, a gente já queria tudo isso desde o
inicio.
De dia, vou me mostrar de longe.
De noite, você verá de perto.
O certo e o incerto, a gente vai saber.
E mesmo assim, queria te contar,
que eu talvez tenho aqui comigo, eu tenho alguma coisa pra te dar.
Tem espaço de sobra no meu coração.
Eu vou levar sua bagagem e o que mais estiver à mão.
E mesmo assim, queria te contar,
que eu tenho aqui comigo alguma coisa pra te dar.
Tem espaço de sobra no meu coração.
Eu vou levar sua bagagem e o que mais estiver à mão.''
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Carta ao terremoto.
Caro terremoto,
Você não podia ter escolhido pior hora e lugar, não é?
No comecinho do ano, quando a gente ainda está tão
cheio de esperança.
E no Haiti, em um lugar já tão pobre e sofrido.
Para quê, me diga?
Bom, em parte, você conseguiu: estamos devastados.
Diante de tanta ruína, de tantas mortes, de tanta dor.
Mas saiba de uma coisa, senhor terremoto.
Toda a sua fúria, todo o seu poder, não abalou em nada,
nem chegou a trincar, uma obra muito preciosa.
A obra de dona Zilda Arns.
Ao contrário de você, Dona Zilda só fez construir.
Sua Pastoral da Criança está presente hoje em mais
de 20 países, trazendo esperança e futuro a milhares
de crianças.
E quer saber mais, terremoto bobo: se fosse concedido
a cada um o direito de escolher como deixar essa vida,
dona Zilda certamente teria escolhido esse mesmo:
Fazendo o bem a quem mais precisa.
Dedicando sua vida aos mais pobres.
Dedicando sua vida, enfim.
E se você se acha mesmo essa grandeza toda, espere
para ver a onda de solidariedade que vem aí.
De todo o mundo, virá ajuda, dinheiro, comida, remédios.
Prédios inteiros podem ter ruído, mas corações imensos
serão construídos.
Você pode ser grau 7 na escala Richter, mas na escala
Zilda Arns o mundo responderá com mais força.
Espere para ver.
Terremoto covarde.
Terremoto inútil.
Terremoto infeliz.
Que Santa Zilda Arns tenha compaixão de você.
Cássio Zanatta
http://ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=43739
Achei ótimo, estou repassando.
Você não podia ter escolhido pior hora e lugar, não é?
No comecinho do ano, quando a gente ainda está tão
cheio de esperança.
E no Haiti, em um lugar já tão pobre e sofrido.
Para quê, me diga?
Bom, em parte, você conseguiu: estamos devastados.
Diante de tanta ruína, de tantas mortes, de tanta dor.
Mas saiba de uma coisa, senhor terremoto.
Toda a sua fúria, todo o seu poder, não abalou em nada,
nem chegou a trincar, uma obra muito preciosa.
A obra de dona Zilda Arns.
Ao contrário de você, Dona Zilda só fez construir.
Sua Pastoral da Criança está presente hoje em mais
de 20 países, trazendo esperança e futuro a milhares
de crianças.
E quer saber mais, terremoto bobo: se fosse concedido
a cada um o direito de escolher como deixar essa vida,
dona Zilda certamente teria escolhido esse mesmo:
Fazendo o bem a quem mais precisa.
Dedicando sua vida aos mais pobres.
Dedicando sua vida, enfim.
E se você se acha mesmo essa grandeza toda, espere
para ver a onda de solidariedade que vem aí.
De todo o mundo, virá ajuda, dinheiro, comida, remédios.
Prédios inteiros podem ter ruído, mas corações imensos
serão construídos.
Você pode ser grau 7 na escala Richter, mas na escala
Zilda Arns o mundo responderá com mais força.
Espere para ver.
Terremoto covarde.
Terremoto inútil.
Terremoto infeliz.
Que Santa Zilda Arns tenha compaixão de você.
Cássio Zanatta
http://ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=43739
Achei ótimo, estou repassando.
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