quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Das mentiras contadas.

A inspiração não chega de forma alguma, porém eu sabia que tudo o que eu precisava ler e escrever aqui já estava escrito em algum lugar.


"Amor... Você já amou? É sublime. Você fica tão vulnerável. O peito se abre e o coração também. Desse jeito qualquer um pode entrar e bagunçar tudo. Você ergue todas essas defesas. Constrói essa armadura inteira, durante anos, pra que nada possa te causar mal, aí uma pessoa, igualzinha a qualquer outra, mas que pra você é completamente diferente entra em sua vida e você dá a essa pessoa um pedaço seu. E ela quem pediu. Ela enche sua vida de sorrisos e teu coração parece que bate num ritmo mais forte, o sangue parece que corre mais rápido. E a reciprocidade é aquele olhar nos olhos que cala tudo e que ao mesmo tempo diz tudo. É segurar na mão sentados lado a lado como se conseguissem um entender o outro por telepatia. São os beijos que tiram do chão. É a vontade de passar o resto da vida, dividir os sonhos, as contas, o gato, o chocolate, cinema, almoço no Spoletto, edredon. Eu tive bons relacionamentos, poucos, mas valiosos.
Mas tem gente que não sabe cuidar desse pedacinho precioso seu que você divide e te machuca e faz coisas que você não entende o porquê. Eu queria entender isso, juro que queria. Você dá o seu melhor, cuida, escuta, entende, abraça, zela, presenteia, escreve carta, faz surpresa, faz amor... faz tudo... e a pessoa consegue, tem a coragem de se achar mais esperta e mentir pra você e ai você descobre e ela ainda diz: “Foi uma mentirinha de nada, eu te amo” (pausa pro ódio sair do meu coração... pausa longa porque não ta querendo sair rsrs) e você fica pensando: Mentira tem tamanho? P, M, G, GG?? Mentira é mentira, quem conta uma conta duas... quem conta duas então nem se fala. Não se mente pra quem se ama. Óbvio que temos coisas que não contamos nem pro travesseiro, mas mentir deslavado, tentar enganar não dá. E ai você ainda está errada de não aceitar é... faz o que? Compra uma serra pra ir serrando o nariz do Pinocchio e finge que esta tudo certo? Não, desculpa mas não dá. E ai você pensa: E agora eu faço o que com tudo que eu ainda tinha pra te dar? Onde eu guardo o amor que eu te dei todo esse tempo, aquele que você me pediu tantas chances? O que eu faço? E os meus sentimentos?
É triste, dói, você fica amarguinha uns tempos mas vale a pena. Quando você olha pra dentro de você e não vê um coração lisinho, intacto e egoísta. Você vê um coração remendado, com um pedaço de alguém que também te deu, faltando outro que você deu ali, de outra cor que ganhou acolá, colorido com as cores que os amigos pintam, com um rachadinho ou outro dessas lições que você aprende. E ai, muitas vezes com os olhos cheios d’agua, você consegue olhar pra trás e pensar: sim, eu amei. E tenho espaço pra amar ainda mais.
Meu coração é todo colorido, todo remendado mas tem sempre espaço pra quem conquistar pintar mais um pouquinho, deixar sua marca, tem muitos pedacinhos pra dar e muito espaço pra receber.''

Autora: Jéssica Milena, minha incrível melhor amiga.

Monique e Jéssica, amo vocês.
Obrigada por me ouvirem.
Obrigada por cada momento de risada, de choro, de tudo.
Vocês são lindas.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Do tormento causado.


Hoje a convivência comigo mesma está insuportável a cada segundo.
Um medo imenso está me rodeando há várias horas e hoje era pra ser um dia muitissímo feliz.
Eu quero que o dia termine logo e quero logo sentir que está tudo cem por cento, mesmo quando não está.
Uma pequena mentira pode fazer um estrago imenso e em momento algum eu estou certa de que passar por cima dessa 'pedra' tenha sido o mais correto.
Talvez eu tenha me sensibilizado, talvez eu não queira ficar sem, talvez não exista algum outro interesse maior para que eu possa ver as coisas por um outro lado.
Eu sou assim, me desprendo facilmente quando há um novo motivo, no mais, eu fico assim.
''Vou tentar manter o coração aberto pra você...''

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Cadê a inspiração?

Muito desanimada com essa história de blog.
O layout é um lixo e eu estou sem inspiração nos últimos tempos.
Em partes eu sei que quando estou feliz a tendência é eu escrever menos, porém estou chateada com isso pois sei que embora eu esteja na minha melhor fase eu tenho capacidade de escrever coisas legais.
Vamos ver o que dá.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sabrina, pouco inteligente.

Sabrina Sato é um bom exemplo do tipo de mulher que parece proliferar nos tempos atuais: corpo saradíssimo, silicone, plásticas, bronzeado artificial ou natural, roupas curtas e provocantes, e pouca, muito pouca inteligência. Soma-se a isso o fato de ser ex-BBB e apresentadora de um dos programas mais populares da TV aberta atualmente, o Pânico na TV. Logo, a "Japa" virou musa dos adolescentes. Porém, obstinada como poucas (não acredito que escrevi isso!), Sabrina não se conteve em agradar só os punheteiros espinhudos e escutadores do Fresno. Partiu para outros mares, tornando-se repórter política do seu programa.

Com perguntas absolutamente descontextualizadas, brincadeiras ridículas e conversas inacreditáveis, logicamente, Sabrina agradou em cheio os velhos babões do Congresso Nacional. Como cachorrinhos bem treinados, os deputados e senadores fazem tudo que a japonesa pede, e ainda com sorriso no rosto e olhares indiscretos para as coxas, bunda e busto da gostosona.

Enquanto isso, o repórter Danilo Gentili, do CQC, teve que dar um tempo com suas reportagens em Brasília, porque já não conseguia falar com quase nenhum político: fugiam de Gentili como Edir Macedo foge da cruz. Mas o motivo de tanta rejeição não é o fato de Danilo ser do sexo masculino, ou seja, não poder ostentar pernas torneadas e belos decotes; os políticos temem o repórter do CQC porque, com ele, a brincadeira tinha sempre uma verdade ácida, cortante, incômoda. As piadas de Gentili, via de regra, colocavam os nossos nobres parlamentares contra a parede; e, via de regra, eles ficavam sem resposta para as indagações felinas do rapaz. Então, melhor ignorá-lo, evitá-lo, cercá-lo por seguranças e jogá-lo no chão. Para Gentili, nada de sorrisos e olhares tenros.

Você já parou para pensar que isso é um reflexo do que eles fazem com os milhares de "Sabrinas" e "Danilos" espalhados pelo Brasil?

Crédito: http://vladirduarte.blogspot.com/2009/10/republica-de-sabrina.html

Queria eu ter escrito esse texto, amei.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

É pau...




Para rir um pouquinho neste dia lindo de sol.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dia do professor.



A data de hoje é muito especial e não só por ser o dia em que se comemora a minha futura profissão, mas sim por ser o dia que eu sempre achei lindo e por ser o dia de uma profissão que eu tanto estimo e admiro.
Admiro cada professor que já passou pela minha vida, em especial os que cativaram mais seja por qual motivo.
Em especial (e BEM especial), a professora Rosana, aliás a Tia Rosana, a pessoa que me ajudou com as minhas primeiras palavras, as primeiras sílabas, a que segurou a minha mão na minha primeira formatura, talvez a primeira conquista. Conquista que para muitos é insignificante por ser tratar apenas da passagem do pré para o primeiro ano, mas para quem educa e gosta de estar nesse 'meio' é um passo lindo na vida de uma criança.
Não posso, de forma alguma, deixar de citar a professora Silvia, minha Silvinha querida e amada.
Professora de português, de literatura, de redação... presente em minha vida até hoje. Professora e amiga. Jeito que cativa, ensina, aprende, ouve, brinca, especial por vários motivos.
Duas pessoas que me influenciaram demais, duas pessoas que eu me lembrei quando selecionei 'letras - licenciatura' nas faculdades.
A vontade de lecionar, o contato com o giz, a lousa e as letras não são de hoje, são desde criancinha, talvez desde quando eu estava na barriga da minha mãe. Não mudarei meu objetivo, e sempre lembrarei com orgulho e uma baita admiração da maioria dos meus professores, em especial das já citadas.
Enfim, feliz dia dos professores... para todos aqueles que ensinam com vontade e realmente gostam do que fazem.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Eu ando tão sem graça, sem sal, nem açúcar, azedissima.
Sem vontade de ler, nem escrever, nem trabalhar, nem estagiar, nem porra nenhuma.
Estou me sentindo tão pra baixo, cheia de preguiça, mole...
Sinto-me vulnerável a várias coisas e eu não quero isso. Preciso estabelecer metas, colocar as arestas no lugar.
Odeio insegurança, pensamentos fora do lugar, sono, preguiça. E eu me resumo a isso nos últimos dias.
Chega, hora de mudar.