Muito desanimada com essa história de blog.
O layout é um lixo e eu estou sem inspiração nos últimos tempos.
Em partes eu sei que quando estou feliz a tendência é eu escrever menos, porém estou chateada com isso pois sei que embora eu esteja na minha melhor fase eu tenho capacidade de escrever coisas legais.
Vamos ver o que dá.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sabrina, pouco inteligente.
Sabrina Sato é um bom exemplo do tipo de mulher que parece proliferar nos tempos atuais: corpo saradíssimo, silicone, plásticas, bronzeado artificial ou natural, roupas curtas e provocantes, e pouca, muito pouca inteligência. Soma-se a isso o fato de ser ex-BBB e apresentadora de um dos programas mais populares da TV aberta atualmente, o Pânico na TV. Logo, a "Japa" virou musa dos adolescentes. Porém, obstinada como poucas (não acredito que escrevi isso!), Sabrina não se conteve em agradar só os punheteiros espinhudos e escutadores do Fresno. Partiu para outros mares, tornando-se repórter política do seu programa.
Com perguntas absolutamente descontextualizadas, brincadeiras ridículas e conversas inacreditáveis, logicamente, Sabrina agradou em cheio os velhos babões do Congresso Nacional. Como cachorrinhos bem treinados, os deputados e senadores fazem tudo que a japonesa pede, e ainda com sorriso no rosto e olhares indiscretos para as coxas, bunda e busto da gostosona.
Enquanto isso, o repórter Danilo Gentili, do CQC, teve que dar um tempo com suas reportagens em Brasília, porque já não conseguia falar com quase nenhum político: fugiam de Gentili como Edir Macedo foge da cruz. Mas o motivo de tanta rejeição não é o fato de Danilo ser do sexo masculino, ou seja, não poder ostentar pernas torneadas e belos decotes; os políticos temem o repórter do CQC porque, com ele, a brincadeira tinha sempre uma verdade ácida, cortante, incômoda. As piadas de Gentili, via de regra, colocavam os nossos nobres parlamentares contra a parede; e, via de regra, eles ficavam sem resposta para as indagações felinas do rapaz. Então, melhor ignorá-lo, evitá-lo, cercá-lo por seguranças e jogá-lo no chão. Para Gentili, nada de sorrisos e olhares tenros.
Você já parou para pensar que isso é um reflexo do que eles fazem com os milhares de "Sabrinas" e "Danilos" espalhados pelo Brasil?
Crédito: http://vladirduarte.blogspot.com/2009/10/republica-de-sabrina.html
Queria eu ter escrito esse texto, amei.
Com perguntas absolutamente descontextualizadas, brincadeiras ridículas e conversas inacreditáveis, logicamente, Sabrina agradou em cheio os velhos babões do Congresso Nacional. Como cachorrinhos bem treinados, os deputados e senadores fazem tudo que a japonesa pede, e ainda com sorriso no rosto e olhares indiscretos para as coxas, bunda e busto da gostosona.
Enquanto isso, o repórter Danilo Gentili, do CQC, teve que dar um tempo com suas reportagens em Brasília, porque já não conseguia falar com quase nenhum político: fugiam de Gentili como Edir Macedo foge da cruz. Mas o motivo de tanta rejeição não é o fato de Danilo ser do sexo masculino, ou seja, não poder ostentar pernas torneadas e belos decotes; os políticos temem o repórter do CQC porque, com ele, a brincadeira tinha sempre uma verdade ácida, cortante, incômoda. As piadas de Gentili, via de regra, colocavam os nossos nobres parlamentares contra a parede; e, via de regra, eles ficavam sem resposta para as indagações felinas do rapaz. Então, melhor ignorá-lo, evitá-lo, cercá-lo por seguranças e jogá-lo no chão. Para Gentili, nada de sorrisos e olhares tenros.
Você já parou para pensar que isso é um reflexo do que eles fazem com os milhares de "Sabrinas" e "Danilos" espalhados pelo Brasil?
Crédito: http://vladirduarte.blogspot.com/2009/10/republica-de-sabrina.html
Queria eu ter escrito esse texto, amei.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Dia do professor.

A data de hoje é muito especial e não só por ser o dia em que se comemora a minha futura profissão, mas sim por ser o dia que eu sempre achei lindo e por ser o dia de uma profissão que eu tanto estimo e admiro.
Admiro cada professor que já passou pela minha vida, em especial os que cativaram mais seja por qual motivo.
Em especial (e BEM especial), a professora Rosana, aliás a Tia Rosana, a pessoa que me ajudou com as minhas primeiras palavras, as primeiras sílabas, a que segurou a minha mão na minha primeira formatura, talvez a primeira conquista. Conquista que para muitos é insignificante por ser tratar apenas da passagem do pré para o primeiro ano, mas para quem educa e gosta de estar nesse 'meio' é um passo lindo na vida de uma criança.
Não posso, de forma alguma, deixar de citar a professora Silvia, minha Silvinha querida e amada.
Professora de português, de literatura, de redação... presente em minha vida até hoje. Professora e amiga. Jeito que cativa, ensina, aprende, ouve, brinca, especial por vários motivos.
Duas pessoas que me influenciaram demais, duas pessoas que eu me lembrei quando selecionei 'letras - licenciatura' nas faculdades.
A vontade de lecionar, o contato com o giz, a lousa e as letras não são de hoje, são desde criancinha, talvez desde quando eu estava na barriga da minha mãe. Não mudarei meu objetivo, e sempre lembrarei com orgulho e uma baita admiração da maioria dos meus professores, em especial das já citadas.
Enfim, feliz dia dos professores... para todos aqueles que ensinam com vontade e realmente gostam do que fazem.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Eu ando tão sem graça, sem sal, nem açúcar, azedissima.
Sem vontade de ler, nem escrever, nem trabalhar, nem estagiar, nem porra nenhuma.
Estou me sentindo tão pra baixo, cheia de preguiça, mole...
Sinto-me vulnerável a várias coisas e eu não quero isso. Preciso estabelecer metas, colocar as arestas no lugar.
Odeio insegurança, pensamentos fora do lugar, sono, preguiça. E eu me resumo a isso nos últimos dias.
Chega, hora de mudar.
Sem vontade de ler, nem escrever, nem trabalhar, nem estagiar, nem porra nenhuma.
Estou me sentindo tão pra baixo, cheia de preguiça, mole...
Sinto-me vulnerável a várias coisas e eu não quero isso. Preciso estabelecer metas, colocar as arestas no lugar.
Odeio insegurança, pensamentos fora do lugar, sono, preguiça. E eu me resumo a isso nos últimos dias.
Chega, hora de mudar.
sábado, 12 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
De tempos atrás
De uns tempos pra cá eu decidi que não ia mais me importar com amigos que não me valorizaram ou simplesmente esqueceram as promessas e tudo o que foi feito, no entanto, hoje fui parar no orkut deles sem querer e doeu aqui...
Lembrei do quanto rimos, falamos besteiras, dormimos nas aulas, choramos, lamentamos, brigamos e ah, agora é tudo passado.
Lembrar de 'ex amigos' é tão triste, nunca pensei que sentiria o que eu estou sentindo agora.
Eu acreditava numa 'distância' assim mas para daqui vários anos e não assim como foi, foi tão rápido e o que dói é lembrar que eu tentei, eu fui atrás. Foi como lutar muito por um amor platônico.
Vi fotos do Willy, nossa, de pensar que por muitas vezes chamei ele de melhor amigo... e na correria do dia a dia eu não lembrava mais da voz dele, do jeito dele, a mesma coisa com os outros 'amigos'.
Acabo de me lembrar que fiquei de marcar um encontro com ele e os outros, lembro que 'prometi' isso à ele... e não fiz... e agora o tempo já passou e eu nem faria.
Lembrei-me também de todas as desculpas esfarrapadas e da minha decepção ao saber que eles haviam saido sem mim.
Até que eu cansei.
E cansei mesmo, não me arrependo de ter cansado só queria entender o porque a vida faz assim, ou melhor, porque nós fazemos isso com a vida? Porque o tempo todo as pessoas entram e saem de nossas vidas e deixam marcas? Essa marca que vocês deixaram, Thaís, Thalyta, Willy e Fê, está meio dolorida hoje porque lembrei de vocês, com um carinho e uma saudade só de pensar que um dia fomos tão amigos.
Eu aqui, mas vocês continuam amigos...
Lembrei do quanto rimos, falamos besteiras, dormimos nas aulas, choramos, lamentamos, brigamos e ah, agora é tudo passado.
Lembrar de 'ex amigos' é tão triste, nunca pensei que sentiria o que eu estou sentindo agora.
Eu acreditava numa 'distância' assim mas para daqui vários anos e não assim como foi, foi tão rápido e o que dói é lembrar que eu tentei, eu fui atrás. Foi como lutar muito por um amor platônico.
Vi fotos do Willy, nossa, de pensar que por muitas vezes chamei ele de melhor amigo... e na correria do dia a dia eu não lembrava mais da voz dele, do jeito dele, a mesma coisa com os outros 'amigos'.
Acabo de me lembrar que fiquei de marcar um encontro com ele e os outros, lembro que 'prometi' isso à ele... e não fiz... e agora o tempo já passou e eu nem faria.
Lembrei-me também de todas as desculpas esfarrapadas e da minha decepção ao saber que eles haviam saido sem mim.
Até que eu cansei.
E cansei mesmo, não me arrependo de ter cansado só queria entender o porque a vida faz assim, ou melhor, porque nós fazemos isso com a vida? Porque o tempo todo as pessoas entram e saem de nossas vidas e deixam marcas? Essa marca que vocês deixaram, Thaís, Thalyta, Willy e Fê, está meio dolorida hoje porque lembrei de vocês, com um carinho e uma saudade só de pensar que um dia fomos tão amigos.
Eu aqui, mas vocês continuam amigos...
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